segunda-feira, 23 de junho de 2008

Jardim da Inocência
Paulo César Baruk
Ah, que saudade!
(Que saudade) de ouvir Tua voz ao entardecer.
Ah, que vontade!
(Que vontade) de voltar ao Jardim da Inocência.
Se eu pudesse voltaria atras e não faria novamente o que fiz...
Troquei minha comunhão
Pela escuridão da noite; em trevas tornei os meus dias.
Ah, que vontade de andar conTigo!
Pelo Jardim, pela viração dos dias,
Pegar em tuas mãos e voar
Pela imensidão da terra e Te adorar.
Ah, que vontade de dizer a Ti,
Tudo que aprendi, nesse Jardim...
Jardim da Inocência.

sábado, 21 de junho de 2008

Cartas inesquecíveis

Tetravô
acho que no dia de hoje, se vivo estivesse e as condições fossem as mesmas, doeria mais em ti que em mim. Só agora dou-me conta do que é se desfazer dum bem que há tanto durou e perdurou. 4 gerações. 4 histórias. E uma revolução de acontecimentos. Infelizmente, eu só tomei conhecimento disto agora quando ao entrar naquela sala pude ver as fotos e as histórias contadas através de fotografias e os seus ex-instrumentos de trabalho que vieram de geração em geração cada vez mais jogados até que eu os colocasse num bonito lugar. Prefiro crer que as formas de comprimidos e pílulas, os cadinhos, pesos, balanças, colheres medidas e tudo o mais ainda possa ter um sentido muito maior um dia. Que para alguém vindouro posso ter muito mais significância que pra mim. Que os sonhos que como família, bem ou mal, com descência ou indescência, pudemos sonhar e construir possam um dia voltar a dar bons e suculentos frutos. Sinto-me fraco, impotente e ainda com aquele gosto bendito de morangos mofados na boca (que por mais morangos que eu coma não sai). [...] acho que perdi qualquer coisa muito maior que um simples estabelecimento comercial, uma simples firma, uma simples multicação de dívidas. Acho que perdi um pouco da minha história e com isso um pouco de mim.
______________________________________________foto de Butch Martin - torrada.

sexta-feira, 20 de junho de 2008

De Epyphaneias para Rafa_Gael

epyphaneias disse em 20/06/08 00:04 … passado o momento há a necessidade de se destinguir os vermelhos. se morangos, se sangue, se melância, se língua. e a cultura qualquer atrás disto - há cultura não há?! - há de haver - e o processo da coroação. dúbio se vê e se fez. ao mesmo tempo? referências de tempo, por favor. - de novo com histórias?! - desta vez é com 'e', honey, estórias, EX-tórias. Há também um pouco de decomposição nisto tudo. Há a ausência de cores. - Primárias ou secundárias. - Só há as brutas. - Cores, então, há. Do sorriso, do tempo, da vitória, da vida, da morte e do brilho. Com as coroações vem a inveja, a dor, a imcompreensão. - Jesus Cristo superstar ou ... - Não vou dar a mínima de qualquer jeito. O tempo se faz presente na ausência. O tempo bate, apregoa, castiga. - Pipoca? - tempo não pipoca. - pulastes a etapa mais importante. Transitar é o mais delicioso do estático. Nunca se o é. Agora mesmo não o é, mas estático está. - Acho desesperadora esta tua mania de se colocar no lugar dos outros - é sempre no meu não é mesmo!? - por hora é no meu... tu vens?! "eu quero ver você ficar no meu lugar. eu quero ser você, ficar no teu lugar". - Kid abelha agora não dá! - Culpa do strass. - Culpa do mel. - Onde?! - Ah não conto... - Começou... - Ah já vi esta cena dá pra adiantar?

terça-feira, 17 de junho de 2008

As águas (inacabado)

Já um pouco mais de meia-noite. Estou sem sono, fazendo um trabalho de saneamento básico, ouvindo músicas no computador e pensando em você. Que letras que elas tem! Queria que pudesse ouví-las. São doces, mas tão profundas. Agora mesmo estou ouvindo 'Águas sempre vão' do Renato Braz e ao mesmo tempo me vem a mente tu me olhando os olhos e me dizendo que águas passadas não movem moinhos, que águas passadas nunca retornam iguais ao seu ponto de partida, que tudo de uma forma ou de outra sempre passa.

Lembrei-me também do valor que o pastor deu ao significado da palavra água quando pregou sobre a passagem de que o nosso Senhor Jesus andou por sobre as águas, naquela vez queria que estivessemos juntos, ouvindo a pregação juntos, mostrando que haveria uma força descomunal no poder do Amor, que ele poderia quebrar qualquer preconceito, apatia e discrimação contra as várias águas que vieram contra o nosso castelo e o derrubaram.

Lembra-te daquela música da Cassiane que cantávamos com este mesmo assunto?! "As muitas águas não poderam apagar. O que D'us uniu não vai acabar".

segunda-feira, 16 de junho de 2008

A postagem que não sai

Bom dia!

É tão engraçado a forma como as coisas acontecem quando sento em frente esta janela.

Os pensamentos que até então me incomodavam, ou serviam de inspiração para aqui esrecver, vão embora, desaparecem numa bruma qualquer desta tela branca. O mesmo não acontece somente aqui, mas também no fotolog. Às veze tenho a foto, o texto, o que das coisas implícitas e explícitas, mas na hora... cadê? Pr'onde foram? Então posto noutro dia, em outro tempo, ou nunca posto. Tão qual os textos aqui propostos, quase sempre inacabados, intermináveis até. E confesso que acho uma graça qualquer nisto. Fica tão pessoal, mas nada original. Sim. Nada original, alguns autores ingleses (quiça brasileiros) possuem textos publicados neste estilo. Textos que sempre deixam um gosto de. Ou meus talvez deixem outro tipo de gosto nos lábios. Um gosto talvez de ' qu'isso Brasil ? '.

E quem sabe não causaria uma estranhesa qualquer em dizer que já não era nada disso o que eu queria publicar aqui? Que eu queria falar falar das minhas mudanças internas, da minha perca de foco das coisas, das levas que a vida me deu e de como reerguer-me tem sido difícil. Da graça que há em saber que no fundo do poço há uma mola pra lá de propulsora que pode nos levar as estrelas se quisermos. Mas já não sei mais botar tudo isso no papel como estava outrora, só sei que o tempo já é outro. E se depender de Nós será de uma bonança dirigida e não uma qualquer.

De mim caberá trabalhar, dEle me guiar.

Acho que é o que tem por hora. Se der volto.

M

quinta-feira, 12 de junho de 2008

Hoje é o último dia de prova na faculdade. O início do fim.

Se D'us quiser daqui há 6 meses estarei formado e serei um engenheiro ambiental. De CREA e tudo o mais. Aham. E pela primeira vez falo tudo isso sem medo do futuro, sem preocupações com o que há de vir e sem me importar se serei feliz assim ou não.

Pela primeira vez que comento sobre o fim de uma etapa sinto que a mesma está apenas começando, se dando o gozo de mais um passo, um mais além que vem, não como causa, mas conseqüência. De um momento que me pede pra ser mais humano, mais firme, mais forte, com mais fé, mais fervoroso, quem sabe?!

E eu vou. Sem medo, sem pressa, sem culpa. Talvez, como quem anda de bicicleta: com o vento nos cabelos, um sorriso no rosto e uma não culpa alguma em ser feliz.

terça-feira, 10 de junho de 2008

Pensando, pensando...

minha bendita mania de pensar alto!!!

Que interessa pros outros se gosto disto ou daquilo? Se faço isso ou aquilo. Se está seco ou molhado? Quente ou frio? Se há problemas no mundo?

Aaaaaaaaah! Kd a minha ostra!

segunda-feira, 9 de junho de 2008

o que não me sai hoje

queria escrever algo sobre o dia de hoje...

... mas hoje mesmo, só amanhã!